Se eu fosse Primeiro-Ministro

a opinião tem uma origem

Manuel Alegre, o candidato (II)

Publicado por Vitor Oliveira em Dezembro 14, 2010

Manuel Alegre, o destrutivo candidato Presidencial, tentou, mais uma vez, manchar a imagem pública, enviar indirectas e condenar o passado de Cavaco Silva. Sei que Manuel Alegre afirma solenemente que “não condena o passado de ninguém” não é uma “pessoa de criticar indirectamente”. No entanto qual o motivo e qual o objectivo, da seguinte afirmação: “Eu não fui dar o meu nome á PID a dizer que era bem comportado”. Qual o motivo que leva o candidato Socialista a enaltecer o seu passado com afirmações pejorativas para outrem, a angariar votos com constantes críticas e, acima de tudo, a não promover os seus ideais?

“Cuidado com o desespero” até porque “a minha vida antes do 25 de Abril foi muito simples, muito transparente”, respondeu hoje, Cavaco Silva. E com esta frase disse muito e definiu tudo. Está na hora de iniciar a campanha, de fazer política e de suscitar valores.

“A coragem alimenta as guerras, mas é o medo que as faz nascer.”, Émile-Auguste Chartier

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