Se eu fosse Primeiro-Ministro

a opinião tem uma origem

O realismo de Medina Carreira!

Posted by fernaomagalhaes21 em Maio 25, 2009

Uma “grande entrevista” onde fiquei surpreendido pelo conhecimento e a frontalidade com as quais Medina Carreira fez uma análise ao estado da conjectura política, social e económica do país. Realço algumas das frases proferidas por este, no entanto não posso deixar de ficar admirado pela escassa divulgação desta notável entrevista sabiamente conduzido por Mário Crespo.

Mário Crespo Entrevista

“Se o chefe de estado disse-se outra coisa seria um mentiroso… Nem Jesus Cristo teria soluções

“Se nos tivéssemos escolas que educassem, tribunais que julgassem, políticos que não fossem corruptos e burocracia que fosse aceitável, isto era diferente.”

Nunca se resolveu nada de fundo. O sistema está ao serviço dos políticos principais. Os principais partidos políticos, PS/PSD, vivem das sondagens que vocês (jornalistas) apresentam. Eles têm uma clientela fixa e funcionam, basicamente, como bancos alimentares. É a manjedoura estadual.

“O país anda a ser embebedado pela classe política.”

“A maioria absoluta é para gente competente, sensata e humilde. Este governo não tem nenhuma destas características.” Acha que tem?

“A reforma tem de começar pelos partidos.”

“Mário Crespo – Já pensou formar um novo partido?; Medina Carreira – Casas de mulheres de ma vida já há muitas!

Bruno Pereira

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Uma resposta to “O realismo de Medina Carreira!”

  1. Vitor Oliveira said

    (Fosse eu que mandasse e Medina Carreira seria o ministro da educação). Gostei da forma como referiu o nosso povo como não assíduo. É de valor as ideologias por ele defendidas,
    Junto às palavras que proferiu sobre a sociedade alguma raiva pela incapacidade do nosso povo em assumir. Falta de carácter para assumir um erro, falta de qualidade para assumir que poderá haver uma ideia mais capaz, falta de rigor para assumir que à sempre margem de erro.
    Para não falar nos compromissos que facilmente se esquecem, as promessas que nunca se cumprem. O erro já vem de cima, exemplos destes entram diariamente pela nossa casa dentro, vindo dos mais variados patamares sociais.
    Quando o topo da chefia social, que é a base de uma sociedade (ou pelo menos, deveria legislar a sua construção), está em ruínas, nada funciona. E de facto “nem Jesus Cristo teria uma solução.”

    Post scriptum- Ainda gostava de ver este senhor ser entrevistado, numa qualquer sexta, pela Manuela Moura Guedes.

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