Se eu fosse Primeiro-Ministro

a opinião tem uma origem

França, Coragem e Caracter

Posted by Vitor Oliveira em Setembro 6, 2010

É relevante a nova política internacional traçada pelo Governo Francês. Saliento dois pontos fundamentais: Os condenados não podem pedir nacionalidade francesa; Aqueles que se encontram em situação de pobreza prolongada podem vir a ser expatriados.

Sobre a primeira medida não restam quaisquer dúvidas da sua validade. A segunda tem gerado polémica junto de diversos órgãos internacionais. Eu concordo plenamente com a ideia, o objectivo da imigração é o de obter um melhor nível de vida, se o objectivo não está a ser alcançado a expatriação é uma espécie de bênção.

Por mais curta que seja a distância, entre estas medidas e avanços de cariz xenófobo, ela existe. É um princípio de mudança, de combate à pobreza “sanguessuga”, às redes de tráfico de droga, à prostituição e à criminalidade.

O que fez a União Europeia quando lhe foi solicitada ajuda no combate a estes problemas sociais? Nada! O que fizeram as organizações internacionais? Nada! No entanto criticam quem tenta intervir.

“A violência resulta do medo das ideias dos outros e da pouca força das próprias”. Forges

Anúncios

2 Respostas to “França, Coragem e Caracter”

  1. Tiago said

    Boas Vítor! Descobri o teu blog há uns dias e tem sido uma interessante leitura. Adiante, em relação às novas politicas internacionais da França, eu, por todos os princípios e ideais que tenho, não a considero xenófoba. E até creio que deveria ser vista como um exemplo para outros países que vivem agarrados à emigração que já nada traz de bom ao próprio país. Basta ver o que acontece connosco, basta até passar p’la Baixa Lisboeta e constatar isso. Muitos servem-se do seu estatuto, quase intocável até, para fazer a sua vida a partir do crime ou do ‘mendigar’. De qualquer das maneiras, quem trabalha e faz a sua vida fica, caso contrário adeus. Recentemente também por cá existiram mexidas nessa área. Mas no nosso caso a proposta foi pagar para os emigrantes regressarem ao seu país. Assinam um documento em como se comprometem em não voltar nos próximos 5 anos e recebem um apoio de reintegração no seu país natal. É mais dispendioso, mas igualmente válido. Um abraço,

    Tiago.

  2. Concordo com os teus ideais e ideias… Acho que, por exemplo, se poderiam fechar as fronteiras. Durante a crise não existe emprego, e para bem de todos que por cá trabalham ou procuram emprego, seria bom que nesta altura conturbada não houvesse este fluxo. Claro que seria uma medida temporária, mas, creio que eficaz…

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

 
%d bloggers like this: